O estilista-ativista carioca Carlos Tufvesson, que está em São Paulo para conferir os desfiles do São Paulo Fashion Week, acabou acompanhando de perto os notíciarios e comentários sobre os ataques homofóbicos que aconteceram após a Parada do Orgulho LGBT no domingo, dia 14 de junho.
Abalado com a morte de Marcelo Campos Barros, postou uma mensagem no Facebook criticando os políticos brasileiros que permitem leis retrógradas e os culpou por atos homofóbicos como esse: " Morreu hoje de traumatismo craniano o cidadão brasileiro espancado por um grupo de 'carecas' pós parada de SP. Até quando o Estado brasileiro vai assistir de braços cruzados a ação de grupos neonazistas legitimados por líderes religiosos que defendem o direito constitucional de serem preconceituosos? Teremos de ir a corte de Haia para fazer valer nossos direitos civis e humanos??!!", escreveu o estilista.
Carlos, que é consultor LGBT do atual governo do Rio de Janeiro, estava programando participar da manifestação que ocorre no sábado, dia 20 de junho, às 19h, na Rua Vieira de Carvalho, mas teve que mudar seus planos quando não conseguiu passagens para voltar ao Rio depois do ato.
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